É fato notório toda adolescente ao completar quinze anos de idade sonha em debutar, uma festa feita para ela, o dia em que se sente uma eterna Miss, ou, ainda, prefere a audácia de conhecer outros países, precisamente a Disney World. Mas nem tudo era previsível na vida de Melissa Zenden, uma adolescente filha de pais ricos, completamente isolada em seu quarto cor-de-rosa, viciada em músicas de artistas nada conhecidos. Sem amigas, sem namorados, de pouco diálogo e comunicativa para com o mundo somente através de uma vida virtual. Sua página em um site de relacionamento a resumia da seguinte forma: "O mundo que se exploda".
Sua mãe estava preocupada era com os programas de assistência social, estes que os ricos fazem as doações para mais tarde aparecerem nas colunas sociais com falsa modéstia. Não tinha tempo para a filha. Confiava em Melissa e acreditava que a generosa mesada da jovem filha de cabelos roxos a saciava de todos os problemas. O pai era um velejador profissional, a sua mente se ocupava com assuntos rimados entre o oceano, as baleias e as condições marítimas. Também não havia tempo para a filha. Um simples beijo em sua face já o mantinha com a esperança de ser um eterno bom pai de família durante os jantares de sorrisos jocosos.
Melissa parecia esgotada. A sua mente pedia arrego. Necessitava de uma quebra de rotina em sua vida. Nada mais era divertido. Eis que aceitou o convite de seus primos para passar uma semana na fazenda. O campo, o ar puro e as belezas naturais do local a fariam bem. Ela também precisava abandonar a vida virtual, a qual não existia mais sentido em esconder-se em um fake para agradar gregos e troianos.
Lá estavam Melissa, o primo mais velho Sandoval e a namorada Jucélia, a prima Karina e as amigas Yvone, Margarete e Rejane. Os tios, Victor e Leandra pareciam contentes com a união familiar. Seria um fim de semana magnífico a todos. Muito parecida com a irmã, Leandra estava disposta a preparar todas as guloseimas possíveis para os jovens ali presentes. Tudo seria uma festa.
Todos foram na van da família. Os pais na frente, contentes e ouvindo o saudosismo de Vicente Celestino. Um casal todo apaixonado. Na parte de trás, os jovens se divertiam com as conversas de adolescente entre assuntos variados de música, filmes e contos de romances.
Logo que chegaram ao local. Todos fizeram questão de explorar a mata. Ir logo para perto do lago e enquanto os jovens se divertiam, os tios Victor e Leandra iniciavam os preparativos para o almoço. No cardápio carne de porco assada. Sandoval e Jucélia se distanciaram dos outros mata a dentro. Os jovens apaixonados necessitavam de um momento de privacidade. Ele tinha em mente despir a jovem namorada à beira do lago. Ela havia concordado com tudo isso.
As cinco meninas trataram de escalar as pedras da pequena cascata. Melissa estava mais interessada em curtir as suas músicas. Não retirava os fones do ouvido por nenhum motivo sequer. Desde o trajeto dentro da van havia percebido que os olhares da amiga de sua prima, a jovial Rejane, eram interessados a ela em cunho sexual. Achava estranho, mas ao mesmo tempo curioso. Yvone, Margarete e Karina descobriram uma trilha pela mata e resolveram partir por aquele caminho, afinal havia muito tempo para o almoço ainda. Melissa e Rejane permaneceram sentadas observando a queda d'água e iniciando uma troca de olhares.
As três garotas seguiram pela trilha e nos primeiros passos ouviram um barulho estridente. O som parecia com um sino de igreja. Soava, passavam-se alguns segundos e tudo se repetia. Notaram uma entrada em meios as pedras, parecia ser uma entrada para uma caverna. Logo que entraram pela fissura das rochas o barulho parou. Nenhum mais sinal de som emitido. Nenhum sinal das três adolescentes. Desapareceram subitamente.
As horas correram. Os tios Victor e Leandra já convocavam todos para o banquete. Sandoval e Jucélia trocavam carícias de amor perto do lago, eis que ouviram os chamados e vestiram-se rapidamente. Já estavam na casa quando Melissa e Rejane compareceram sem as demais meninas. As duas pareciam flertar sem vergonha nenhuma, mesmo com a presença dos demais. Mas por onde estariam Yvone, Margarete e Karina? Já faziam duas horas que elas não retornaram da misteriosa trilha. Todos pareciam preocupados.
Os pais pediram a Rejane e Melissa que voltassem ao local à procura das meninas. Sempre com brilhantismo em suas idéias, Melissa retirou os cadarços de seus tênis e amarrou Rejane numa árvore.
- "Por que me olhavas tanto? Não queria algo louco entre nós duas?", disse em tom apaixonada.
Rejane apenas sorriu. Melissa começou a beijar o pescoço da jovem amarrada à árvore. Tocou as suas pernas, alisou os seios da menina e em um movimento brusco a deferiu um soco forte na altura do estômago. Com um estilete, Melissa perfurou o intestino da menina que a paquerava. Um golpe preciso de mestre. Estancou a boca da jovem para que não mais gritasse e a deixou amarrada na árvore e partiu. O corte foi profundo e nos demais movimentos ela remexeu internamente os órgãos da menina que desfalecera com os últimos golpes.
Logo perto das pedras. Melissa avistou as três jovens retornando. O terror e a sanidade começava a agir naquele lugar. As três falavam ao mesmo tempo do barulho de um sino e que o local era magnífico. Todas resolveram retornar ao local para mostrar à Melissa, que nada havia revelado sobre a preocupação de todos com o desaparecimento repentino de todas.
Na entrada da caverna. Chamou a atenção das três. Todas estavam paradas próximas uma das outras. Pediu a atenção de todas. E num golpe magnífico de serial killer rapidamente cortou o pescoço de todas num ápice de segundos. Nem limpou o sangue, colocou o fone nos ouvidos e retornou para a casa.
Encontrou Sandoval e Jucélia pelo caminho e desandou o choro. Dizia que algo horrível havia acontecido. Abraçou Jucélia e deferiu um golpe certeiro em seu ventre. Antes mesmo de Sandoval entender o que estava acontecendo, ela perfurou sua face. Ao cair, o perfurou em mais de noventa golpes pelo corpo. Aproximou os dois corpos. Retirou a garrafinha de cachaça do bolso e os encharcou com o líquido. Acendeu um cigarro e incendiou o casal.
Só restavam os tios e a sobrinha pela fazenda. Melissa limpou o corpo à beira do lago e ingressou na casa pela porta dos fundos. A tia Jucélia indagou:
- "Não achou todos pelo caminho querida?".
- "Eles almoçarão depois. Podemos começar".
O tio serviu um pedaço de carne suína à sobrinha na mesa. Ela agradeceu e por baixo da mesa tocou as coxas da tia. E esclamou:
- "Que delícia!".

Os alunos que fizeram parte da formação do Ensino Fundamental e Médio do Colégio Marista Santo Ângelo/RS, no período de 1983 a 1994, promovem o reencontro de 15 anos desta turma, em evento a ser celebrado na data de 01º de Novembro de 2009, às 19h, nas dependências do Colégio Santo Ângelo.
O reencontro inclui em sua programação a visita ao professor José Stein, escolhido em unanimidade o melhor professor deste período, o qual lecionou as disciplinas de Matemática e Química, no município de Três de Maio/RS, no dia 31 de Outubro, com saída às 14h30min, em frente ao Colégio Marista.
Na celebração do dia 01º de Novembro, acontece jantar de reencontro de colegas, professores e funcionários da escola que fizeram parte deste marco no período de passagem nestas duas décadas. A mesma turma já havia reunido os seus ex-integrantes no ano de 2004, quando foi comemorado os 10 anos de conclusão do Ensino Médio.
Suzanne não via a hora de aquela cansativa quarta-feira terminar. Estava ansiosa por chegar em casa e descansar no aconchego de sua cama. Havia acordado com o pé esquerdo naquela manhã e tudo parecia ter dado errado.
Assim que chegou em seu humilde lar, abriu a porta com rapidez, jogou a bolsa no sofá e começou a se despir, espalhando as roupas pela casa. Jogou-se bruscamente na cama e logo ouviu um barulho. Pensou estar sozinha, mas levou um enorme susto ao ver Ralph, seu namorado, sair pela porta da cozinha. Ele estava acompanhado. Quem seria a jovem moça que estava em sua própria casa e acompanhada de seu amor? Suzanne foi da exaustão à irritação num ápice de segundo. Parecia cuspir fogo. Se tivesse uma arma já teria começado os disparos sem raciocinar.
- “Onde você estava? Por que chegastes tão tarde em casa, sua piranha?”, esbravejava Ralph.
Ela não fez questão de saber quem era a mulher e tratou logo de responder, também aos gritos, que havia ficado presa no trânsito. Nada parecia adiantar. O namorado continuava nervoso e desconfiado, logo gritava sem parar, a agredindo com palavras fortes e de calão. 
A sensação para os vizinhos que escutavam tudo era que pareciam estar num estádio de futebol, ou alguém naquela casa estava possuído ou os jovens apaixonados estavam mesmo se matando lá dentro.
Raplh começou jogar tudo o que via pela frente em Suzanne. Não parava de a acusar que a mesma estava o traindo. Revoltada, ela se trancou no quarto, abriu o roupeiro e começou a jogar os pertences dele pela janela. Furiosa, começou a quebrar todo o quarto. Começava a gritar:
- “Do que me acusas? Que moral tu tens? O flagrei com uma mulher na nossa cozinha, seu cachorro!”.
Enquanto ele andava para um lado e para outro, o telefone tocou. Ele atendeu. Do outro lado da linha era Suzanne, ligando de seu telefone celular, trancada no quarto. Não era isso que ele queria. Não discutiria pelo telefone. Ela, chorando, dizia:
- “Como podes desconfiar de mim? Eu chego em casa e você na cozinha com uma mulher!!! Insinuou que o traio e já arrumou outra? Como pôde fazer isso comigo?”.
Ele pensou logo em coisas ruins. Estava nervoso. Seu coração batia excessivamente. Ele foi seco e direto:
- “Não existe mulher nenhuma, sua louca!”.
Ela ficou matutando. Ficou gélida e em silêncio. Levemente abriu a porta. O encarou com desconfiança. Olhou pela casa inteira. Não havia ninguém. As portas estavam fechadas. Ninguém saiu naquele instante.
O abraçou fortemente e disse o quanto o amava em seu ouvido. Ele começou a esfriar a tensão em si mesmo. A tocou. Beijaram-se. Fizeram amor ali mesmo. Tudo estava em paz.
Às vezes a paranóia invade os pensamentos femininos e masculinos e as pessoas se esquecem que o amor forte e eterno pode ser possível sim, o que vale é não ter medo de acreditar que somos capazes de amar e ser amados. O amor existe sim. A desconfiança, o medo e o ciúme devemos matar com uma dose letal. Ame, viva e seja feliz, no resto a gente se diverte.
HINO RIOGRANDENSE
Letra de: Francisco Pinto da Fontoura
Música de: Joaquim José Mendanha
Como a aurora precursora
Do farol da divindade,
Foi o vinte de setembro
O precursor da liberdade.
Estribilho:
Mostremos valor, constância
Nesta ímpia e injusta guerra,
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra.
Mas não basta pra ser livre
Ser forte, aguerrido e bravo;
Povo que não tem virtude,
Acaba por ser escravo.
Mostremos valor, constância
Nesta ímpia e injusta guerra,
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra.
A vida nos ensina que aprendemos com os erros e que o passado serve de lição para o futuro. A vida não é feita de versos, e sim um poema emocionado. Todas as pessoas possuem problemas, erram e cometem equívocos, porém a única salvação para tudo isto é buscar em si mesmo as respostas. 
Em nós mesmos procuramos a nossa cura, a nossa fé em Deus e abrimos o nosso coração para o amor. Amar é fundamental.
Além do amor por meus pais e minha família, jamais havia conhecido o amor sequer antes. Durante anos o amor não foi a mim apresentado. Cometi inúmeros erros e confundi ilusão com a realidade.
Hoje, posso fazer uma canção de amor e uma declaração eterna à pessoa que amo. A qual escolhi para viver ao meu lado, em companhia, amizade, amor, paixão e total felicidade. Pessoa que constitui família, que coloquei a aliança de casamento em meu dedo e que me apresentou o amor, sendo amado e amando-a para o resto de minha vida. A pessoa que esperei por toda a minha vida conhecer. O sonho que estava guardado desde a minha infância.
Hoje tenho um amor que vem de dentro da alma, que invade meu coração, que me fez sair da escuridão e conhecer as cores do mundo. A qual me fez mudar, conhecer o que é amar e estar envolvido pelas pessoas que fazem parte da minha vida: a família e os amigos verdadeiros.
Uma abundância de amor. Um amor recíproco e real. Amor que se sente sem precisar ter provas, sem dúvidas, sem nenhum medo. A poesia perfeita feita pra mim e para ela. Uma pessoa admirável. Uma beleza encantadora. Um coração puro e incrível. Uma pessoa que há anos esperava aparecer. Um amor que surgiu antes e hoje se consagrou para sempre. A pessoa que tornou-se minha esposa, minha fiel companheira, meu amor eterno, a alegria do meu viver. Eternamente escrita no meu coração. A pessoa que amo para sempre. E hoje sei o que é amar.
O beijo perfeito. Os corpos feitos um para o outro. O amor intenso. O companheirismo ideal. A inteligência admirável. A pessoa que a cada dia aprendo mais. A pessoa que me tornou um ser feliz e alegre. A pessoa que desvendou o meu mistério e que retirou de mim a escuridão, a melancolia e a ilusão gótica. A pessoa certa para mim. A pessoa amada por mim e pela minha família. Os carinhos de outro mundo. O sorriso mais belo. A risada inconfundível e magnífica. A sensualidade inigualável. O amor que invadiu a minha pele, os meus poros, a minha respiração, os meus batimentos cardíacos, os meus olhos, o meu coração... 
Não existe nada mais belo. Nem a lua. Nem o sol. Nem as estrelas. Nem o oceano. Nem o espaço cósmico. Nem as maravilhas da natureza. Eu sigo a nossa canção. Os nossos eternos momentos juntos. O nosso amor forte e duradouro. O amor que fiz uma canção para você. Não há nada mais lindo do que acordar ao seu lado para sempre. Amo muito você!
* DEDICADO À MINHA ESPOSA ANDRESSA.
A ferramenta de Internet chamada MSN Messenger tornou-se um utensílio virtual com vida própria. Veja-se o exemplo de que as pessoas, hoje, conversam mais através desta janela que brilha, parecendo ser uma sereia no mar chamando um ingênuo homem para o afogamento, do que pessoalmente. Há pessoas que mesmo estando na mesma sala, seja no trabalho ou na universidade, a poucos metros de distância, não pronunciam uma palavra sequer, mas estão conectadas através do MSN.
É lógico que existe um lado positivo nisso tudo, conversar com pessoas que estão distantes, enviar arquivos de forma rápida, não sendo necessário, por muitas vezes, ir ao correio ou esperar que a mensagem chegue ao receptor com tamanha ansiedade. Porém, de outro lado, tal ferramenta virou um meio cômodo e preguiçoso de “matar o trabalho”, de fazer as horas passarem e fingir que está trabalhando, sem esquecermos que é um meio onde surgem muitas traições nos relacionamentos e que através do MSN, pessoas expõem as suas intimidades através da webcam.
Além dos emoticons, onde hoje enviar uma figura de uma boca parece estar substituindo o beijo carnal, esta febre está sendo atropelada por outra: as frases em cada MSN. E aí que nos deparamos com uma imensidão de slogans: “vendo PC”, “Fulano, amo você”, empolgações traduzidas, frases de músicas, frases de pensadores, comemorações esportivas, um total esquema de decodificação da realidade para com a virtualidade. 
Não bastasse já o Orkut e a febre do MSN, eis que surgiu o Twitter. Uma espécie de diário online, onde os usuários relatam o tempo todo o que estão fazendo. Assim não se desgrudam mais da tela do computador e mostrar para o mundo o que se pensa, as fotos, o que está escutando no momento, ou seja, tudo sobre a sua intimidade é espalhada pela rede mundial de computadores. E é assim que fatos reais viram notícia pela Internet, que pessoas cometem erros de difamar as demais, que histórias íntimas se tornam públicas, eis que a Internet virou uma selva. Ou, melhor, uma gotícula de água no meio do oceano. O que for feito está feito, e o pior de tudo é que não há volta.
A Internet tem seus benefícios e os seus malefícios, assim como as ferramentas MSN e Orkut são agradáveis a ponto de facilitar a vida profissional, reencontrar amigos e familiares, mas devemos zelar pela imagem de todos e não cairmos num vício que parece ser mais perigoso do que a dependência de drogas. O lado ruim deve ser abolido, os “fakes” (falsos perfis) e pessoas que se passam pelas outras devem ser denunciados. A omissão é risco de vida.
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